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xanas das minhas amigas

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xanas

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qual é a sua???

segunda-feira, 31 de maio de 2010

as xanas das minhas amigas

No começo foi uma brincadeira..recebi uma foto com 28 xanas e me perguntaram se a minha parecia com algumas dela...a minha parece entre a 8 e a 27, mas fiquei perplexa; muitas amigas reclamaram que a delas não tinha nada a ver: ai pedi p elas tirar foto e me enviar para eu postar.

Bom: recebi delas as fotos e logo postei...a minha tambem ta ai..a segunda em alto a da esquerda em baixo...vé se vc reconhece..ainda vou receber e vou postar...

Espero que gostem e aguardo vocês....

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Faz bastante tempo que não estou postando contos ou historinhas...mas a verdade é que entre o trabalho que me deslocou para o Sul, a distância da familia e sobretudo a saudade dos filhotes que estão crescendo longe dos meus olhos, fiquei sem muito tesão para aprontar ou mesmo vir até aqui escrever.
Fiz novas amizades e prometi visitar algumas amigas.
Em breve postarei mais coisas sobre minhas aventuras e minha vida de batalhadora...agradeço quem me segue e dá força nos momentos de carência.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Carencia, grande problema

Já eram varias semanas que andava meio, que dizer, muito carente. Meu marido por causa dos horários do novo trabalho dele, não me dava mais a atenção necessária e que tanto precisava; no trabalho meu chefe ficava o tempo todo no meu pé e de noite, quando entrava nas salas de bate-papo, encontrava a cada dia mais gente nova que me cantava sem parar e queria me encontrar de qualquer jeito.

Ai, entre um casal bem safado que se mostrava pela cam e uma conversa bem apimentada com outra mulher carente que nem eu, euzinha não sabia como resolver tudo isso: resolvi – então -conversar com uma minha amiga , a única que eu tinha confiança em assuntos particulares e íntimos. Ela também andava carente com os mesmos problemas , só que ela, morando numa cidade do interior, tinha mais dificuldade em encontrar gente.

Gostava muito dela e já tinha prometido de visitar-la á muito tempo mas meu trabalho não me deixava muito tempo livre. Resolvi pedir-lhe umas dicas e uns conselhos sobre a minha situação. Ela, sem sombra de duvida, me disse :´´ Claudia, aceita o convite daquele casal que não sossega e mata logo a tua carência: fica só ligada e tome cuidado´´.

Ai levei a serio as palavras dela e depois de mais alguns dias jogando conversa fora com esse casal na sala de bate papo, topei em encontrar-los . A menina morava fora da cidade e passava um fim de semana a cada 15 dias no Rio na casa do namorado dela, que morava nem tão longe de mim, num condomínio de classe media na Barra.

Marcamos de nos encontrar num boteco perto da praia numa sexta feira a tarde e depois do expediente na minha empresa, liguei para meu marido dizendo que tinha um aniversario de uma amiga e que voltava mais tarde: com o coração que batia forte, entrei numa Van rumo a Barra.
Logo passei o viaduto do Joá o telefone tocou e era ela, a menina que ligava só para confirmar nosso encontro e me confiou que estava na maior excitação. Eu tremia todinha e nem sabia como esconder a minha agitação.

Cheguei cedo demais no boteco , apesar de ter marcado certinho a hora. Ai sentei numa mesa sozinha e pedi uma água. O telefone tocou de novo e a menina anunciava que já tava na esquina mas que o namorado tava preso no transito da tarde e que chegaria mais tarde.
Fiquei mais aliviada pois queria conversar sozinha com a menina. Ela chegou e estava linda: uma morena um pouco mais jovem que eu, cabelo preto, bem morena, um pouco de barriguinha, seios fartos, coxa grossa e bum bum arrebitado. Estava com uma roupa simples e uma sandália.
Logo me tacou um beijo e vi um brilho nos olhos dela: no ouvido me bisbilhotou que estava toda animadinha e já gostava de mim só de me ver tão linda e gostosa...

A gente começou a bater papo e tomamos umas para nos relaxar um pouco. Ela estava um pouco nervosa pois estava com medo de ficar com ciúme por causa do namorado dela. Nunca tinha feito antes a três mas morria de vontade.
O namorado sabia dela e adorou a idéia dela de brincar junto, mesmo se ele ficasse só olhando sem participar. Ai ela tomou coragem e me perguntou se eu toparia a três. Respondi que dependendo da nossa química,entre ela e eu, quem sabe o que poderia acontecer. Mais um brilho apareceu nos olhos dela.

Ela me mostrou uma foto dele e parecia um gato, tudo saradão, gostoso, tipo homem que passa muito tempo na academia e na praia, além que na cama. O tempo passava rápido e nem percebemos quando ele chegou. Foi tudo muito natural, nessa altura do campeonato a gente já estava amiga e ele entrou no papo com muita naturalidade e a gente parecia se conhecer a anos.
Sentia os olhares deles quase que me comendo e fiquei molhadinha. A idéia de passar um tempo juntos já estava fazendo a minha cabeça e estava esperando meio nervosa de como eles iriam me perguntar. Nem precisou pois ele pediu a conta e entramos no carro continuando batendo papo. Nem me dei conta que a gente já estava no apé dele, um quarto e sala dentro de um condomínio fechado na Barra.

Ele ligou a TV, botou um Dvd de musica, serviu mais umas bebidinhas para nos e disse que iria tomar banho. Ficamos só ela e eu,sentadas no sofá. Ela me olhou, sorriu e veio mais p perto de mim e já me fazia ficar com a respiração ofegante, quando ela passou a mão de leve sobre minha coxa e me falou baixinho você e uma delicia: isto fez que eu ficasse mais molhadinha.
Ela não teve dificuldade para chegar na minha bucetinha e alisar ela por cima da calcinha; eu a este ponto já estava toda molhada e super excitada, fechei os olhos por timidez e ela puxou por perto dela e começou a me beijar me deixando totalmente sem ar, o dedo dela já estava dentro de mim me fazendo gemer de prazer.

Foi quando ela me deitou no sofá, tirou a saia e a calcinha e começou a me chupar , chupava com força , mordia, eu gemia de prazer nem sei o que estava acontecendo naquele momento só sei que estava maravilhoso dela me chupar tão gostoso.
Abrii os olhos e me achei deitada no sofá de pernas aberta e com ela me lambendo e chupando, nossa só vendo ela naquela posição era de gozar, de tanta beleza ela era. Fiquei segurando a cabeça dela e dirigindo ela para ficar bem no meu grelho, mordiscar e chupar bem gostoso. Depois de um bom tempo senti que não iria mais segurar e me soltei, aos meus gemidos ela respondia com mais chupadas e finalmente chegou: gozei escandalosamente na boca dela.

Um gozo bem gostoso, querido, que fazia muito tempo, acompanhado de uma tremedeira e das minhas pernas bambas, Ai me deu aquela coisa que sempre acontece quando gozo: fiquei mais excitada ainda e louca para fazer outras coisas e olha só quem entrou na sala naquele momento: o namorado dela, de banho tomado e de toalha.

Ele olhou para nos e deu para ver que em baixo da toalha estava acontecendo alguma coisa; ele se aproximou de nos e deixou cair a toalha: a menina abocanhou logo no pau dele na boca e começo a chupar bem gostoso. Eu fiquei louca sá de ver isto. Ele sacou logo a situação e me deu uma olhada de quem já sabe o que vai fazer: chegou mais perto de mim e ficou me cariciando os seios enquanto ela estava engolindo aquele cacete bem gostoso e me puxou mais perto dele.

Ai fiquei bem perto do cacete, a menina soltou e botou tudo na minha boca. Comecei a chupar com vontade enquanto a menina lambia o saco e o cu dele. Fiquei molhada e não largava aquela vara que estava travada na minha garganta. Ai resolvi pegar-la com as mãos e chupar a cabeçinha, junta com a menina. Ele ficou doido de ver duas mulheres chupando junto o cacete dele.
Senti que ele queria meter logo dentro de nos aquela vara maravilhosa, mas a menina pediu para ele esperar: ela piscou o olho para mim e ficamos num delicioso 69, enquanto ele batia o cacete nas nossas nádegas. De vez em quanto deslizava o pau na boca ou na buceta, mas só para nos excitar mais.

Ai ela decidiu que queria me ver ser comida por ele. Fiquei de 4 com a cara afundada na xana dela, de bum bum empinado, ele segurou meu quadril e entrou dentro de mim. Minha buceta tava tão molhada que ele escorregou tudo dentro. Começou a me bombear e a cada soco minha língua entrava mais profundo na xana dela. Sentia os gemidos dela misturados com os meus. Ele não parava. Estava tão duro , era grande e grosso, me enchia todinha. Adorava aquela coisa, estava doida e louca e queria mais e mais. Ele ficou segurando por uma meia hora e a minha buceta estava virando roxa de tanta esfregação. Ai implorei para ele gozar e me encher de porra.

Ai ele resolveu para eu continuar de quatro e pediu para a namorada dele de me chupar o cu e botar um cremezinho para eu ficar bem molhadinha e logo deslizou o pauzão dele dentro do meu cu. Nossa, soltei um grito quando ele afundou todo aquele pauzão na minha grudinha. As bolas deles batiam na minha bunda e ele me segurava com força me falando barbaridades no ouvido:
Ele me disse que queria marcar outro encontro comigo sem a namorada ,pois já tinha outra durante a semana que era também bi e isso me deu mais tesão. Nem conseguia falar e mexi com a cabeça um sim para ele saber que eu era a cachorra, puta, vadia dele e que toparia o programa com a outra durante a semana.

Ele sorriu bem safado e começou de novo a me fuder com força, me segurando pelas pernas ate que sem pedir meteu todo pau dele no meu cuzinho e me fez gritar de novo. Eu pedi que ele parasse mais ele me segurava junto dele e a cada estocada que ele dava era um grito de dor com prazer e tesão: eu gemia e ele pedia. que eu tivesse calma porque ela adorava um cuzinho e estava adorando enfiar o pau dele no meu porque estava apertadinho e me segurava e metia ate que eu gozei gostoso: pingou o gozo e ele finalmente gozou enchendo meu rabo de porra,

A menina me disse que ela também estava pronta para gozar. Ai dei um capricho na chupação e senti que ela estava no ponto. Logo ela soltou um rio de gozo na minha boca. Nossa, fiquei louca. A boca cheia do gozo dela e meu cu pingando da porra quente dele. Tremia todinha pois estava gozando também.

Ela logo se soltou e foi logo lamber a porra dele no meu cu enquanto ele pediu para eu limpar o pau dele com a minha lingua. Limpei todinho o cacete dele , ela me limpou e depois me beijou. Nossas línguas misturaram os vários sabores. Tremia que nem uma folha. Deitei junto com ela que me abraçou forte e me disse no ouvido´ Claudia te adoro, quero vc para sempre, fica conosco mais um pouco, quero ainda gozar muito com vc, minha linda ´.

Ele foi tomar mais um banho enquanto a gente ficou deitada e cochilou um pouco. Estava ainda cedo para voltar para casa. Ele pediu por telefone uma comidinha e foi ver televisão. A menina me trousse para o banheiro, me deu um banho demorado e bem gostoso e me confiou que não estava com ciúme, e que me adorava fazer a três, mas que queria namorar so comigo sem ele , e que tinha outro cara e que queria fazer a três com ele e queria fazer mais loucuras e gozar ainda mais junto comigo...
1-continua

terça-feira, 17 de março de 2009

Joãzinho, o irmão caçula da Fabricia ( Curitiba )

CAPITULO II Joãozinho caçula


Aquela Casa estava cheia de mais surpresas ainda. Para economizar a diária do hotel a Fabricia - naquele mesmo dia - me convidou para ficar em casa com ela e acabei passando umas semanas la, sendo que o meu expediente de trabalho não tinha ainda acabado. Foi logo recuperar minha mala e me estalei no quarto ao lado do irmão criado caçula, o João que Fabricia tinha me falado antes.

Ele apareceu mais tarde em casa, todo suado depois do futebol, ele foi tomar banho e jantou com a gente. Calado e tímido ele comeu a refeição só nos olhando e sem abrir boca. Mas senti que ele estava curioso de saber o que estava acontecendo pois a Fabricia tava toda bem excitadnha e não era pela visita dele; ela lhe disse que a Tia Claudia (eu ) estava de visita também na cidade e que nos três iríamos passar uns dias juntos.
João tinha quase 19 anos, um corpão sarado, esbelto mas ainda com cara de nenê : ele estava meio atrasado com a escola e nem tinha chegado ao vetibular ainda; por isso que a Fabricia tratava ele como um bebezinho e nem queria escutar a reclamações dele que era já um homenzinho e tal, mas ela não levava ele a serio e mandava calar boca dele curto e grosso.

Ele passava aqueles dias de férias jogando bola ou saindo com os amigos deles. Aquela tarde quando voltei em casa depois de algumas comprinhas, estava louca para tomar um gostoso banho, tirei a roupa, peguei uma toalha e, de calcinha e sutiã, fui para o banheiro: abri a porta e repentinamente esbarrei no Joãozinho deitado na banheira com uma mão segurando uma revista e com a outra dentro da água se masturbando.

A surpresa foi igual para nos dois: ele ficou todo sem jeito me olhando e com um sorriso bem inocente disse que não esperava naquela hora, e sob a água pude constatar que ele já não era tão menino assim; ele logo tratou de se desculpar pela sua atitude..

- Calma meu amor não precisa ficar assim, o que tu esta fazendo é uma coisa natural todo mundo na tua idade já passou por isto – lhe disse ; ele então sorriu e senti seu olhar no meu corpo todo. Só ai me deu conta que eu estava de calcinha e sutiã e seu olhar passava pela calcinha e os seios, mas continuei conversando com ele tentando agir com naturalidade pois não tive como me controlar. Mas aquela situação mexeu comigo, ele então perguntou se eu não estava braba: - Claro que não querido já falei isto é natural. - respondei.

Peguei a revista da sua mão e ainda dei uma olhada comentando em tom de brincadeira que ele tinha bom gosto para mulheres, no que ele sorriu, coloquei a revista ao lado e não sei o que me aconteceu pois peguei a esponja comecei a passar a mão no seu rosto descendo para o peito, mais ainda pela barriga. Minha mão foi descendo e meus dedos chegaram onde alguns pelos começavam a nascer: - Como tu esta lindo! Olha só já esta quase um homenzinho - E naquela hora não sei o que me deu, desci mais a mão e meus dedos tocaram de leve seu pênis.

Ficamos em silencio por alguns segundos, aquele contato começou a me dar sensações que eu não queria sentir, mas meu corpo respondeu na hora e me senti excitada enquanto meus dedos começaram a reconhecer toda anatomia do seu membro que logo ficou duro. Desci mais passando no saco e pude perceber pelo tato que o criado da Fabricia já era bem desenvolvido; Ele também sorriu pra mim e ficamos alguns segundos trocando algumas palavras enquanto eu continuava com a mão acariciando seu membro.

Dei um beijinho no rosto dele e voltei pro meu quarto, dei uma arrumada em algumas coisas quando, depois de algum tempo, ele bateu a porta falando que já tinha desocupado o banheiro, peguei a toalha e fui rápido para o banheiro tomei uma ducha para tirar o calor; enchi a banheiro e me deitei relaxando.

Joãozinho bateu a porta e, do lado de fora, disse que iria para casa de um amigo ali perto. Assim que ouvi a porta fechando, me deitei mais ainda fechando os olhos e inconscientemente fiquei pensando naquela situação que tinha vivenciado a pouco que, fora no mínimo inusitada, pelo fato do inesperado: primeiro, por eu telo surpreendido se masturbando, segundo, por eu ter indo ate o ponto de ter pegado no seu pau e terceiro, o fato de ter me apresentado com roupas intimas na frente dele e não tinha como negar que tinha gostado e percebido pelo seu jeito que ele também.

Fiquei lembrando tentando criar na mente a imagem de algo que meus dedos tinham tocado. Enquanto fazia aquele gostoso exercício de imaginação, minha mão foi descendo passando no meu clitóris e fui me proporcionando um gostoso momento de prazer.

Passada umas duas horas tomei mais uma ducha, me sequei e fui para meu quarto; vesti calcinha e sutiã e comecei arrumar algumas coisas quando a porta se abre e Joãozinho entrou parando me dando um susto que me virei tendo um gesto automático de pegar uma peca de roupa para me cobrir. Ele ficou parado olhando meu corpo e notei no seu olhar que estava gostando: então resolvi lhe proporcionar minha visão: peguei a camiseta dobrando me virei colocando dentro ao guarda-roupas e continuei caminhando pelo quarto ajeitando tudo.

- Desculpe pelo susto, tia, disse ele, vou pro meu quarto assistir televisão - tá bom querido, respondi, eu vou ajeitar a janta e quando a Fabricia chegar vou te chamar p gente jantar.

Aquela noite Fabricia foi logo dormir, pois estava muito cansada e eu, no meu quarto, não conseguia dormir. Aquele incidente com Joãozinho no banheiro e depois no meu quarto, não me deixava ficar sossegada e a idéia de ter alisado o pau dele durinho me fazia arrepender de não ter ousado um pouco mais com ele, apesar que afinal de contas fosse o irmão caçula da Fabricia e considerado ainda um bebezinho.

Sai da cama só de calcinha e sutiã e resolvi ir para a cozinha para beber água, mas no lugar de virar a direita foi a esquerda e acabei entrando no quarto do Joaozinho que tava lendo de novo aquelas revistas. Ao me aproximar ele ficou vermelho e tentou disfarçar e de esconder as revistas.

Eu notei e me sentei na cama ao lado dele e lhe disse:- Olha la Joãozinho que gatas, tu não acha bonitas? – é, são... Disse ele baixinho timidamente... -- Ele ficou todo sem jeito... -- são sim, mas a senhora é mais bonita que elas todas... -- é mesmo meu amor? Tu achas a titia bonita? Ele sorriu e voltou a me elogiar olhando para meus seios e me revelou que viu eu e a Fabricia pelo buraco da fechadura e para não revelar nada e guardar o segredo queria alguma coisa em troca. – Ah filho da mãe disse pra ele, sorrindo, seu safadinho você quer chantagear a tia ehin ?

Aí coloquei a mão em cima da perna dele... -- meu Joãozinho lindo não pode fazer isso com sua titia e sua irmá e subi mais colocando a mão em cima, sentindo que ele estava sem sunga, o fino tecido do short me dava a sensação de senti-lo quase todo... Titia - ele disse - por favor, quero brincar um pouco com você, deixa e não vou contar nada para ninguém você é tão gentil comigo, pois a Fabricia é tão grossa e chata comigo.

Uhmm, Joãozinho você vai contar alguma coisa para a Fabricia? Lhe perguntei, Não Tia, eu vou guardar nosso segredo, eu juro– respondeu candidamente - pois você é muito legal e gosta de brincar comigo.

Filho da mãe mesmo, pensei, mas tava ficando louca de tesão e resolvi fechar o negocio com ele : coloquei a mão em cima do lençol e fiquei passando os dedos de leve... -- olha só tá durinho... ele sorriu... -- deixa a tia ver este pintinho deixa... -- ai não tia para... falou rindo... -- há deixa meu gatinho lindo deixa... -- ai não tia, para não... -- mas porque Joãozinho – só deixo se a senhora tirar o sutiã... -- seu safadinho quer ver os seios da sua tia, é? -- sim a senhora tem um corpo muito bonito... -- tu acha mesmo?

Enquanto ele estava olhando para meus seios, minha mão foi entrando por baixo do lençol e logo meus dedos envolveram... -- olha só como tá durinho... ele sorriu e comecei a mexer pra cima e pra baixo... -- gosta quando a tia brinca assim?

Ele sorriu mexendo com a cabeça afirmativamente... enquanto eu ia puxando lentamente o lençol ate que pude ver de perto o cacete dele duro e grande me surpreendendo pelo tamanho, passei os dedos por todo ele no saco sentindo a cabeça molhada... o que me deixou mais excitada ainda já me sentindo úmida... -- os seus são mais bonitos do que os da moca da revista.. disse ele olhando para meus seios... -- tu acha mesmo? –

Acho... ele levou a mão tocando meus seios ... -- gostou? -- gostei sim são macios... seus olhos brilhavam... enquanto isto eu continuava a subir e descer com a mão acariciando seu cacete sentindo meus dedos já molhados.. -- tá mas por hoje chega agora vai dormir... tirei a mão puxando o lençol o cobrindo... -- há ainda não tia fica mais um pouco... -- só mais um pouquinho... levei a mão por baixo do lençol segurando o cacete... -- gosta quando a titia brinca com o teu cacetinho.. -- gosto sim é tão bom... falou suspirando... -- meu gatinho lindo olha só que corpão você tem, Joaozinho, você vai dar muito trabalho para as namoradas...

Puxei o lençol olhando mais de perto o cacete... -- que bonitinho como tá já grande... meus dedos subiam e desciam e minha calcinha já molhada dei alguns beijinhos no peito dele depois em cima dos mamilos que ficaram enrijecidos beijei a barriga... -- a titia vai dar um beijinho nele... inclinei o rosto beijando a cabeça e senti nos lábios o gosto salgadinho e adorei, beijei mais algumas vezes na cabeça...

Mal consegui me controlar... ele adorou estávamos muito excitados: já não tinha como esconder que estava louca para dar pro o criado da Fabricia e sentia que ele também me desejava... – Tia vai embora não , fique comigo por favor e não vou contar nada por favor, tia - ele implorou.

Tu quer dormir com a tia quer meu amor? -- quero sim tia Claudia, quero... falou todo contente.. -- mas antes vai tomar um banho e deixa eu ver este cacetão lindo... ele ficou em pé na minha frente olhando ele peladinho a bundinha durinha linda as coxas já grosas comecei a dar uns beijinhos no cacete e depois coloquei todo na boca dando um gostosa chupada fazendo ele gemer.

Saiu do banheiro e voltou a deitar na cama.. me deitei tirando a calcinha e ele ao meu lado peladinho... -- hoje meu amor a tia vai te ensinar algumas coisas boas mas tu tem que me prometer que nunca vai contar nada pra tua irmá Fabricia e para ninguém do que a gente tá fazendo... -- prometo Tia Claudia, prometo... levei sua cabeça aos meus seios ele ficou beijando meio desajeitado no começo mas logo aprendeu sugando meus mamilos o que me deu um grande prazer... -- ai meu amor que gostoso eu ti amo Joãozinho... vou beijar esta boquinha linda...

Ele adorou e nossos lábios se juntaram senti sua língua entrando na minha boca procurando a minha e foi muito gostoso, depois inclinei e comecei a chupar seu cacete pra valer ele gemia cada vez mais e mais... -- vai querido goza na boquinha da tia da o teu leitinho pra mim vai meu amor.. e logo ele deu uma gostosa acabada... continuei a chupa-lo deixando ele duro novamente...

Então peguei a mão dele fazendo tocar a minha xoxota ele adorou a novidade e ficamos assim brincando... já não agüentando mais abri as pernas e coloquei ele sobre meu corpo encostando o cacete na entrada da minha xoxota ele foi empurrando... -- ai Joãozinho que pau gostoso vai meu amor come a tia come..... ele ficou louco me dando muito prazer e gozou bem gostoso dentro de mim... ainda bem que botei uma camisinha nele, ficamos abrasados trocando beijos e mais carícias.
Ainda naquela noite ensinei ele a chupar a minha xoxota depois ele me comeu mais três vezes e dormimos abrasados.

O nosso trato acabou com o amanhecer do dia. Mandei ele jurar que nunca teria contado nada para a Fabricia e para ninguém. Logo sai do quarto dele e voltei no meu, Fabricia tava acordando, ainda bem que ela não notou nem desconfiou alguma coisa . O mesmo dia ele arrumou as malas e voltou para o interior onde cursava o ultimo ano do ensino medio . Na saída Joãozinho, mal olhando para mim, se despediu da gente e a Fabricia me disse que sentia ele diferente como se algo tinha mudado nele, pois era a primeira vez que andava embora meio triste como se tinha perdido algo. – Será que ele arrumou uma namorada por aqui , pois nunca vi ele tão passado, ela me perguntou.

Eu lacônica respondi : pode ser, aquela criatura que você ainda chama de criança acho já que virou homem e você nem percebeu. È - disse ela - pode ser - e voltamos na nossa casinha cheia de historias e segredos, muitos ainda para ser contados.

MARISA ( CURITIBA ) 2/2

MARISA ( CURITIBA ) SEGUNDA PARTE


Ela sorriu e me puxou pela mão. Disse para a Fabricia de não me esperar,ela entendeu, sorriu e voltou dançar com a amiga dela. Saímos da festa, tomamos um taxi e fomos para a casa da Marisa.
Entramos pela casa, pegamos umas bebidas na geladeira e fomos no quarto. Mal entramos que caímos na cama, nossas roupas eram jogadas longe. Ela tinha um belo e malhado corpo, com mais músculos que o normal, extremamente excitantes. Eu já estava nuazinha, inclusive sem calcinha quando parti para a difícil tarefa de tirar a calça jeans daquela mulher.

Pela transparência da calcinha vi o que parecia ser um grande tufo de pelos negros. Curiosa, puxei logo a pecinha e a deixei peladinha. Os pelos negros e sedosos cobriam o montinho de Vênus. Aliás, nem sei porque falei montinho no diminutivo, pois a natureza havia dado àquela mulher grandes e belos dotes. Além dos seios ela tinha uma bunda enorme.

Enquanto eu me perdi ao observar tão belo corpo ela pareceu retomar o controle da situação. Descaradamente abriu as pernas e me fez ver que os pelos fartos nasciam apenas acima na rachinha e que, mais embaixo, ao redor dos lábios, ela era, como eu, raspadinha.

Novamente uso palavras no diminutivo sem razão – a rachinha dela era bem maior que a minha, era enorme, volumosa, grandes lábios salientes e um grelinho moreninho e gordinho despontava entre os lábios. Eu estava de joelhos, ela me puxou para cima dela, nos beijamos, nos chupamos nos seios, mordemos nossos biquinhos.

Fui virada de bruços, minhas costas foram beijadas, lambidas e, por fim, mordidas. Naquela noite descobri o quanto eu gosto de ser mordida nas costas. Depois ela me ajeitou na cama, meio sentada, meio deitada, se deitou entre minhas coxas e iniciou carícias com a língua, lambeu meus lábios vaginais, enfiou a língua dentro de mim, me provocava arrepios gostosos!

Não demorou muito e anunciei que estava próxima do gozo. Passamos a nos olhar nos olhos ao mesmo tempo em que ela me chupava. Foi maravilhoso gozar olhando nos olhos dela, fiz questão de dizer o quanto estava gostoso: - Vai... que língua gostosa você tem... me chupa a buceta bem gostoso que vou gozar... E gozei mais uma vez, porém mais gostoso ainda. Depois, foi minha vez de retribuir o carinho e o prazer que ela me proporcionou. As obscenidades dela eram ditas de acordo com o tesão que sentia e, como ela não havia gozado ainda, estava com o nível de tesão a mil! Eu estava em pé, ao lado da cama tomando um gole de uma bebida quando ela se sentou apoiada em travesseiros, abriu bem as pernas, aliás, abriu é pouco, ela arreganhou as coxas e me chamou: - Vem gostosinha, vem me chupar aqui no meio das pernas, quero gozar na sua boca e matar esse tesão que está me deixando louca!

Nem precisou chamar duas vezes. Eu já havia chupado outras xotas mas aquela, naquela noite, naquela situação estava por demais deliciosa! Senti o perfume, beijei todinha, senti o quanto ela estava molhada, lambi, chupei e bebi todo o caldo que escorria. E ela escorria muito e isso me deixava ainda mais tesuda.

Que delícia! Os lábios fartos enchiam minha boca, eu chupava, esticava e soltava, mordia com carinho, enfiava a língua profundamente e brincava com o grelinho saliente. Tanto fiz, tanto acariciei, tanto lambi e tanto chupei que a fiz gozar na minha boca minutos depois. Minha boca tava cheia do melzinho dela e ela pediu p me me beijar pois queria sentir o gostinho dela. Nos beijamos e passei o mel na boca dela e naquele momento ela quase deu um surto de tanta excitação que estava.

Saímos do quarto, e fomos lanchar na cozinha. Ela olhava para mim com aquele olhar bem safadinho e cúmplice. – Meu namorado não vai tardar chegar pois trabalha até madrugada e vai adorar a surpresa -.Apesar de ter gozado três vezes naquela noite eu ainda sentia vontade de gozar de novo e a idéia do namorado dela assistir a gente me deixava doidinha. Provoquei a Marisa: - Preciso achar alguém para dormir comigo! Ela sorriu e disse: - Estou na fila, aliás, lá na festa você prometeu um 69 e ainda outras coisas que não cumpriu, lembra-se? Voltamos, então, ao nosso ninho. No caminho entendi o barulho de chaves na fechadura e o namorado dela entrando em casa.

Fui puxada pela Marisa logo para o quarto para mais uma sessão de sexo e gozo. Arrancamos novamente nossas roupas e nos atracamos antes mesmo de chegar na cama para fazer a surpresa ao namorado dela. Ao deitarmos vasculhamos nossos corpos com nossos dedos, bocas e línguas.

Ele entrou e ficou quase com medo pois não imaginava de chegar em casa e ver um espetáculo assim na frente dele. Marisa lhe disse: - Oi gato gostou da surpresa? – Ele ficou sem palavras , mas tirou logo a roupa e de sunga se posicionou na beira da cama para assistir de camarote ao nosso show .
Fui colocada de 4 e tive minha bunda, meu rego e minha racha novamente lam
bida e chupada. Ela lambia e murmurava: - Sua xota é tão cheirosa, tão saborosa! Eu já estava próxima de novo gozo quando interrompi e ordenei: - Fique de 4 você que quero sentir o cheiro dessa bucetinha gostosa!
O namorado quase teve um piripaque e disse: - Que tesão ver uma mulher de quatro, seios encostados no colchão, o rabo bem arrebitado, todo aberto, aliás, tudo aberto, o cuzinho, a xota: coisas lindas de ser ver. Vocês duas vão me matar de coração hoje! –

Concordo plenamente com ele que adora ver uma mulher se oferecer nessa posição. Lambi e chupei tudo por ali até nos ajeitarmos em um 69 onde pudemos, então, nos deliciar duplamente, chupando e sendo chupada. E foi assim que mais uma vez atingimos o paraíso, que vimos estrelinhas coloridas, que gozamos pela terceira vez naquela noite. Bem, eu gozei pela quarta vez.
Minha pernas estavam ficando bambas e Marise chamou o namorado p cair na festa e me disse no ouvido ´´ Vai querer ele brincar com a gente ?´´O meu olhar era já uma resposta afirmativa e ele já tava se alisando o pau já meio duro que Marise me pediu para chupar ele. Eu nem teve tempo para responder que ele já botou o pau na minha boca e comecei a chupar com vontade e alisando a bunda dele com minha mãos. Enquanto isso a Marise continuava em me chupar para eu ficar bem descontrolada e implorar ele me penetrar. Quando o pau dele ficou bem duro que nem pedra, eu já tava louca com minha buceta toda molhada . Marisa me botou de 4 e fiquei com minha cara na xota dela enquanto ele deslizava a rola dele na minha buceta.

Ai ele começou a me socar e a cada socada minha língua entrava mais profundo na xota da Marise. Ele segurava meu quadril, tava tapas na minha bunda e me chamava de puta vadia e que adorava me foder assim.Minha língua não parava de rebolar no grelho da Marisa, cada vez mais inchado. Ela se mexia e gemia bem forte, acrescendo o meu tesão. Ele bombeava dentro de mim e sentia que não faltava muito para ele gozar.

Só queria que os dois gozassem juntos dentro de mim. Até que ele soltou uns gritos e ficou todo tremendo e deixou soltar um jato de porra quente na minha buceta . Ai a Marisa sentiu e resolveu gozar também invadindo com seus líquidos a minha boca. Estava cheia, na boca e na buceta. Enquanto o namorado que nem sabia o nome dele soltava o pau da minha buceta deixando escorregar todo o leitinho dele fora da minha buceta, Marisa resolveu ir na minha xota, me lamber e me limpar da porra dele.

Uma vez que me limpou ela procurou minha boca e me beijou. No nosso beijo ela me deu toda a porra dele, para eu sentir o gosto dele e o meu e ela sentir o gosto dela na minha boca que ainda tinha o sucos dela.

Eu estava louca de tesão e queria mais. O namorado foi no banheiro; a Marisa me abraçou forte e me disse que estava apaixonada por mim e que queria que eu virasse a namorada dela, que tinha fantasias comigo, que a Fabricia contou tudo da gente e contou também que me viu transar com o irmão dela mas não quis dizer nada e, sendo ela lesbica e sabendo pela minha tara por trios, ela preferiu que eu realizasse essa minha fantasia com a Marisa. Olhos dela brilhavam, eu disse sim e ela me beijou com muita paixão. O namorado dela voltou do banheiro e pediu um bis: o nosso olhar cúmplice deixou ele mais atrevido que antes, mas isso vou contar depois.

MARISA 1/2 ( CURITIBA)

MARISA

A noite passada com o irmão caçula da Fabricia era já uma lembrança do passado e tinha voltado a ser a namoradinha apaixonada da Fabricia que me enchia de amor e me deixava doidinha de tesão cada dia e noite.Um belo dia ela me disse que antes de eu ir embora, ela gostaria de me apresentar uma amiga dela, a Marisa e que, sem duvidas, não me arrependeria.
Fomos convidadas numa festa onde a Marisa deveria aparecer também. Quando chegamos já tinha um ambiente bem descontraído com casais namorando e outros dançando na pista. Logo a Fabricia me deixou sozinha pois encontrou uma amiga dela e eu resolvi ir até o bar para pedir uma bebida.

Enquanto o garçom me servia, fui abordada por Marisa, que já tinha me olhado desde cheguei na festa, se apresentou e logo começamos a conversar.
Ela era uma mulher um pouco mais velha que a maioria das que ali estavam. Marisa devia ter uns 40 anos, corpo musculoso e malhado era visível sob a roupa justa, pouco mais alta e bem mais encorpada que eu. Diria que ela falava e agia com certa masculinidade. Mas isso não nos afastou, aliás, senti curiosidade e deixei ela me seduzir. Calça jeans muito justa e botas lhe davam um aspecto forte, dominador. A camisa amarrada parecia esconder grandes seios e livres de sutiã.

Naquela festa parecia que ninguém se demorava nas cantadas, pois, em minutos, nos afastamos para o jardim. Um banco de cimento sob uma árvore, porém iluminado pelo luar, mas meio afastado da festa , pareceu-nos apropriado.
Nem bem sentamos fui beijada na boca. Inicialmente senti o sabor do batom, depois da língua ávida em conhecer o interior da minha boca. Correspondi aos beijos com profundo desejo.
Queria conhecer aqueles seios que pareciam enormes. Não me fiz de tímida - desatei o nó da camisa e, sob a luz de uma belíssima lua cheia, pude então apreciar tão belas obras da natureza, natureza, aliás, que foi generosa com aquela mulher.

Colocamos-nos de pé para melhor nos acariciar. Minhas mãos eram pequenas para abrigar tão grandes peitos. Enquanto me deliciava em acarinhar aquelas frutas sentia meu corpo ser devassado pelas mãos curiosas daquela mulher.
Meus seios foram chupados, mordidos, minha bunda vasculhada e minha xota penetrada pelos dedos daquela fêmea. Ela virou-me meio de lado, me fez sentir seus dedos tanto no interior da minha xota quanto outro, mais atrevido, invadindo minha bunda.
Nossas bocas trocavam beijos apaixonados. Meu tesão era tamanho que não reprimi um gemido: - Se você continuar fazendo isso comigo vou gozar logo, logo. Ela perguntou: - E não é isso que você quer? Respondi: - Quero que você goze também, quero gozar junto com você!
Eu até que tentava fazer carinhos na xota dela, mas a calça excessivamente justa não permitia – nem soltar o botão eu conseguia. Naquela hora percebi que ela assumia o controle da situação e do meu corpo. Bastou ela tirar os dedos do interior da minha xota e deixá-los apenas na portinha que fiz movimentos buscando novo encaixe.

Eu estava próxima de gozar mas ela parou com as carícias, nem os lábios da minha xota ela tocava – apenas alisava levemente meu montinho de Vênus e passava carinhosamente o dedo pelo meu reguinho traseiro.
Ela parecia experiente e me provocava perguntando obscenidades do tipo: - Quer gozar comigo? Eu: - Quero muito! Ela: -Onde você gostaria de ir? Eu: - Quero ir para uma cama com você, onde a gente possa tirar nossas roupas, ficarmos peladas... quero ver seu corpo sem roupas!
Depois que falei aquilo percebi que ela se excitava mais quando ouvia obscenidades, descobri que quanto mais eu falava, mais ela intensificava as carícias no meu corpo. Ela: - E o que você quer fazer comigo numa cama? Eu: - Tudo... quero fazer tudo com você! Foi nesse momento que senti novamente seus dedos, um entrando pelo meu buraquinho traseiro e uns dois na xota. Ela estava excitadíssima, esfregava a própria xota no meu quadril enquanto eu apertava-lhe os seios. Perguntou: - O que você toparia de fazer comigo, qualquer coisa eu mandar? Tentando dominar a situação apelei para mais e mais obscenidades: - Vou lamber você todinha, inteirinha, vou chupar cada pedacinho desse corpo gostoso!

Percebi que ela sentia espasmos, esfregava fortemente seu corpo ao meu, enfiava profundamente os dedos em mim. Eu estava prestes a gozar e ela, profundamente excitada, perdia o controle. Tive, então, a certeza de que umas poucas carícias iriam desencadear nosso orgasmo.
Mas ela era mais forte e me segurava com firmeza. Então apelei e abusei do ponto fraco dela e perguntei: - Marisa eu vou fazer tudo que você quiser,vou ser sua putinha na cama -. Senti dois dedos dela se mexendo dentro de mim enquanto murmurava próximo ao meu ouvido: - Se você topar tudo e quero fazer um trio com você e meu namorado, quero ele assistir enquanto sua língua vai no meio das minhas coxas quando eu estiver gozando na sua boca! - Ela estava visivelmente perturbada de tanto tesão.

A idéia de fazer um trio me deixou mais doidinha ainda, a lembrança do irmão caçula da Fabricia e a fantasia de puder ter feito a três mas que não aconteceu me deixou mais molhada ainda.
Disse para ela que eu aceitava todas as fantasias e os fetiches dela e que e presencia do namorado dela não me incomodava. Aproveitei da situação, virei-me um pouquinho, porém sem desfazer os encaixes dos dedos dela em mim, enfiei minha mão entre as coxas dela, comecei a esfregar forte a xota apertada dentro da calça e soltei todas as obscenidades que me vieram à cabeça naquele momento: - Quero ir pra cama com você, nós duas peladas, vamos fazer um 69 e se você quiser enquanto eu vou morder e chupar essa sua bucetinha quente até você gozar na minha boca e seu namorado pode meter e gozar na minha buceta !

Foram minhas últimas palavras até meu corpo todo se arrepiar dando início a um gozo delicioso que durou vários segundos. Curti as delícias de um longo, longo gozo junto daquela fêmea, aliás, que também gozou sem que eu ao menos a tocasse diretamente na xota. Após a calmaria nos beijamos e, abraçadas, planejamos o encontro a três numa cama.
Durante um dos beijos, ela perguntou: - Gosta de chupar cacete e xotinha peluda? Sorri e respondi: - Adoro os dois.

1-continua

ANTONIA (MG)

ANTONIA

Cheguei na cidade a tarde. Desfazei as malas no hotel e água já corria na banheira para tomar um banho relaxante, depois de tantas horas dirigindo. Como combinado liguei para a Antonia e ficamos de nos ver mais tarde. Desliguei o telefone completamente aturdida! Antonia havia me pedido um favor, e que favor.Ela é uma amiga que tenho, a chamo carinhosamente de Toníca. Ela é morena, corpão, seios fartos, cabelos compridos castanhos escuros, olhos da mesma cor e uma bunda de parar o transito! Casada a vários anos mas infeliz, trabalhadora, lutadora e mãe de uma adorável menina de 6 anos.

Ela tinha um grande desejo e me revelou; queria transar com uma mulher. Era o seu maior sonho! A gente já se conhecia a um tempão na net e conversava quase todo dia sobre tudo, das nossa fantasias, dos nossos problemas, medos, projetos enfim, ela tinha me contando que estava curiosa de experimentar com uma mulher, sendo que não se entendia mais com o marido dela e as traições não deram em nada.

Mas logicamente não esperava receber um convite assim, mas eu entendia suas razões. Ela não queria se envolver pois é casada e tinha medo das conseqüências futuras. Havia beijado uma garota em uma boate uma vez, mas a garota estava bêbada, por este motivo, não teve coragem de ir em frente, sobretudo não queria que o marido e as amigas, todas caretas, podiam espalhar fofocas e criar confusão.

Fui para sua casa, seu marido havia viajado e a pequeninha estava em férias escolares na casa da avó. Eu andava meio carente, estava sem namorada e as coisas com meu marido também não eram das melhores. Eu era muito curiosa de ver até a aonde a Antonia queria chegar depois daquele pedido. Cheguei em sua casa e ficamos conversando banalidades.

Eu estava com um copo de refresco na mão quando ela me perguntou: - E aí amiga, você topa mesmo? – ansiosa, Antonia ficava mexendo sem parar em uma pulseira e no colar dela. - Claro, amiga é para essas coisas... Ela tomou coragem, se aproximou de mim e sentou ao meu lado. È agora, pensei, e me deu um arrepio na coluna.

Carinhosamente fui aproximando meu rosto do dela e começamos a dar bitocas nos lábios uma da outra. Com isso, nos aproximamos mais e logo senti sua língua provocar a minha. Mordisquei seu lábio inferior, passei a língua delicadamente em seus lábios até que começamos a nos beijar. Sentindo o gosto uma da outra, o tesão pulou lá em cima.

Seus seios fartos pressionavam os meus médios e redondos... Senti sua mão apalpá-los e seu polegar dedilhar meu bico que logo ficou enrijecido. Nossos suspiros e respirações começaram a ficar ofegantes. Mordisquei seu pescoço e fui descendo, afastei o decote da túnica longa que ela usava , tirei um seio farto e comecei a lambe-lo e sugar o bico.

Senti minha umidade molhar a calcinha. Nos afastamos apenas para tirarmos as nossas roupas e em seguida nos abraçamos. - Ah Claudinha, agora entendo porquê você é tão requisitada pelas mulheres, seu cheiro, suas mãos, Você tem um sabor tão gostoso, amiga. - ela suspirava e com as mãos apertava minha bundinha redonda. - Ah Tonica, não fale isso. Você também é muito gostosa e não entendo como nenhuma mulher conseguiu tirar casquinha de vez, de você.

Uma das minhas coxas enfiou-se entre suas pernas e senti sua xoxota esfregar na minha perna. Ela dava palmadinhas na minha bunda. - Ah Claudinha safadinha, que bunda gostosa de bater, e me deu um sorriso bem cúmplice. Nossos seios esfregavam-se uns nos outros, bicos com bicos e o tesão tomava conta. Estava muito gostoso.

Antonia me levou para o seu quarto onde deitamos num 69, onde começamos a lamber as coxas, ventre, até chegar na xoxota uma da outra. Com os dedos separei os grandes lábios e enfiei a língua; lambi e suguei seu grelo. Enfiei a língua dentro da xoxota molhada e fustiguei como se um pequeno membro a estocava.

Antonia fazia o mesmo em mim. Não demorou muito para eu gozar pois estava muito excitada :meu mel já estava escorrendo em sua boca. Ela rebolava e arremetia sua xoxota mais e mais na minha boca. Enquanto beliscava a polpa da minha bunda. - Ah que delícia, Ah Claudinha linda, eu vou gozar -. Nem acabou a frase que senti minha boca se fartar com o gozo de Antonia. Nossa, saiu muito gozo dela e depois de encher a minha boca começou a escorrer pelas bochechas até cair e molhar a cama.

Com os corpos suados, nos abraçamos e beijamos. Eu não busco apenas prazer, eu adoro dar prazer, adoro ver a pessoa gozar, lhe disse.E Antonia correspondia as minhas expectativas e como gozava. Antonia me apertava, foi em direção dos meus seios e sugou um dos mamilos. Sugava meus bicos como um bebê esfomeado enquanto seu dedo dedilhava meu grelo.
Eu estava no delírio, a minha xoxota contraindo de puro tesão. Deitada de bruços fui beijando suas pernas, coxas, abri as polpas fartas da sua bunda e passei a língua do anelzinho do seu cusinho até a xoxota que ela já esfregava na cama. Enfiei um dedinho no seu cusinho lubrificado com seu gozo. Seu cusinho apertava meu dedo, enquanto ela gemia sem parar.

Nossos corpos suados. – Nossa Claudia, que loucura.- .Ela virou de barriga para cima e a montei de uma forma que comprimia meu ventre no seu, a sensação que me percorria era prazerosa. Ela dava palmadinhas em minha bunda e me chamava de " putinha safada ". Nossos movimentos em um vai vém alucinante. Sentamos na cama e entrelaçamos nossas pernas, xoxotas com xoxotas, grelo com grelo e começamos a nos esfregar e arremeter uma na outra com movimentos ritmados e precisos.

Só uma mulher transando com outra sabe que delícia que é uma briguinha de aranhas. A aranha de Antonia era bem depiladinha ; eu tinha um bigodinho logo em cima da xota. Eu que sou bem escandalosa na cama não parava de gemer. Sentia minha xoxota piscar, latejar e o gozo veio junto com o de Antonia. Ficamos deitadas após mais um gozo. Olhamos uma para outra e sorrimos. Ela pegou minha mão e apertou entre as suas. Seu olhar brilhava de contentamento.

Nos beijamos e subitamente ela me deu um sorriso maroto. - Ah Claudia safadinha, foi maravilhoso, agora que te conheci pessoalmente não quero mais te largar, fique comigo até meu marido voltar, por favor, ela implorou -. Eu tinha uns dias de trabalho pela frente e combinamos de nos ver ainda, pois ela me disse que tinha algumas fantasias e fetiches que queria experimentar junto comigo. Eu era toda curiosa e ansiosa de ver aonde tudo isso poderia parar. Foi o começo de uma longa e bela amizade entre nos.